sábado, 21 de dezembro de 2013

GRAMÁTICA PARA QUÊ?
 
       O ser humano é dotado de cognição, linguagem e sentimentos.  A linguagem verbal (a língua), em sua modalidade oral, é adquirida por condicionamento.  Não se pode dizer o mesmo do choro e da excreção, os quais são natos, pois exigem estímulos simples.  Isso quer dizer que um bebê não tem de testemunhar que as pessoas chorem ou soltem resíduos corpo­rais inúteis e repulsivos para chorar ou excretar.  Mas a fala, esta exige estímulos condiciona­dos.  Em outras palavras: O indivíduo só começa a falar porque outras pessoas falam ao seu redor.  E com a fala vem um conjunto de regras de formação, seleção, combinação e significação de pala­vras: a gramática.  Sendo a língua um conjunto de vocábulos (que são signos linguísticos), não pode prescindir de regras de estruturação e funcionamento.
       A criança tem de ir à escola para receber o ensino formal do idioma.  No início, faz isso porque precisa da modalidade escrita dele (língua ensinada), que é diferente da modalidade oral (língua adquirida).  Frise-se isto: a língua falada é aprendida por condicionamento (como já ficou dito), ao passo que a escrita é formalmente ensinada.  É esta uma das maiores diferen­ças entre falar e escrever (deve ser a maior de todas).  Assistindo às aulas de Português na escola, a criança que já tiver sido desasnada verá, até à adolescência, a sua gramática adqui­rida coexistir com a gramática normativa, que é prescritiva, e que é baseada em regras cultas de uso do idioma.  Tais regras são observadas nos textos dos bons escritores, os quais se orientam pelos livros de gramática.  Cai-se na velha pergunta (feita pelo professor Pasquale Cipro Neto num programa televisivo): Quem veio primeiro: o ovo ou a galinha?  Foi Fernão de Oliveira quem redigiu a primeira gramática portuguesa.  Antes da sua elaboração Portugal já tinha uma literatura própria (que o diga o professor Diógenes Magalhães, autor de Redação com base na Linguística (e não na Gramática)).  Significa isso que é possível es­crever sem um livro de gramática.  Contudo, ser possível não é ser recomendável.  Se foi re­digida uma gramática, houve necessidade.  Afinal, quem escreve precisa de orientação gra­matical.  Ressalte-se, em paráfrase, o que foi dito pelo filólogo e gramático Evanildo Bechara durante uma conferência da Academia Brasileira de Letras: Em todos os países considerados civilizados há certa dicotomia entre a língua adquirida e a língua formalmente ensinada.  As crianças francesas chegam à escola falando a língua oficial do país, mas os pais não abrirão mão de que elas recebam aulas de Francês, um idioma que tem valor de instituição.  Servem-se dele os franceses e os suíços; e a maneira particular com que cada um daqueles cidadãos usa a língua francesa encontrará na escola um paradigma idiomático que mantém a unidade linguística do Francês.  Ocorre coisa semelhante no Brasil.  As aulas de um idioma nacional oferecidas aos nativos que o tenham como língua materna apresentam a literatura, a leitura, a produção de textos, a ampliação de vocabulário e a gramática norma­tiva.
       Convém saber que a gramática normativa é uma extensão da adquirida.  Com efeito: a primeira disciplina a segunda: os falantes, assim como os escritores, aceitam o conceito de correção gramatical.  Estabelecido o conceito, entende-se que os critérios que presidem ao ato de corrigir têm de ser os sugeridos pela gramática normativa, encontrada em livros elaborados por estudiosos.  É preciso entender que falar bem é um sinal de prestígio.  O mesmo se diga do ato de escrever bem.  E as duas atividades exigem a supracitada correção gramatical.  Por motivos históricos, muitos indivíduos que falam e escrevem português não seguem regras de conjugação verbal ao mesmo tempo em que ignoram ou desprezam normas de flexão de no­mes defendidas pelo padrão culto.  Se as regras fossem cristalizadas por condicionamento, mais fácil seria o ensino dos preceitos do idioma, pois não haveria muitas “novidades” em sala de aula.  (“Não há nada novo debaixo do sol.”)  Não é tarefa simples fazer com que o aluno respeite os princípios gramaticais que acolhe a norma culta.  (Essa norma é um modelo de uso da língua que, para padronizá-la, exige não só o respeito às regras gramaticais, mas também a adequação de vocabulário.  A adequação é o que acontece quando o indivíduo co­nhece e reconhece as situações em que é altamente desaconselhável usar gírias, regionalismos e palavras de calão.)  A dificuldade é tão grande quanto a distância entre a língua coloquial e a exemplar.  (Parece que há uma pobreza linguística.  Se há mesmo, deve ser vista como sendo a raiz do preconceito e da antipatia dirigidos àqueles que falam de acordo com a o modelo culto da língua, que a escola transmite aos alunos “oprimidos” das classes populares sem que se configure violência.  Segundo Sírio Possenti, eles não perdem nada quando aprendem a norma padrão; ao contrário: obtêm uma vantagem.)
       A gramática normativa não mostra coisas desvinculadas da realidade do educando.  Ela dá nome a fenômenos textuais que são comuns a todos os que utilizam o idioma.  Todos usam fonemas; todos usam radicais, vogais temáticas, afixos e desinências; todos usam verbos, substantivos e adjetivos; todos usam predicados verbais; todos podem ocultar o sujeito de uma oração; todos podem usar polissíndetos e assíndetos.  O que a gramática propõe é que os estudantes — sobretudo os que serão profissionais da palavra — usem esses recursos de forma consciente, conquanto a consciência possa dispensar o registro de batismos (mais va­lem os conhecimentos práticos.  Pode um indivíduo da década de 1950 ter tomado consciência de um aparelho que transmite imagens pela primeira vez sem saber como ele, o aparelho, se chama).  Se um redator escrevesse: Fulano ganha bem, pois tem um bom emprego, já que estudou bastante, poderia dar, se ao seu juízo fosse conveniente, uma nova redação ao período; assim: Fulano ganha bem: tem um bom emprego: estudou bastante.  A alteração seria estilística, mas ocorreria graças ao conhecimento do redator, que pode e deve saber que os assíndetos tornam mais curto o texto (o que não quer dizer que o escriba tem de abusar das assindéticas).  Do ponto de vista da matemática, a eliminação das conjun­ções faz que o escrito fique mais conciso; e se fica mais conciso, fica mais fácil a leitura.  A gramática normativa, assim como a prática do uso do idioma, possibilita que o escritor use assíndetos conscientemente, porque, ao dar nome aos fenômenos do texto, permite que o indi­víduo tenha mais consciência de que existem, posto que é essa a função dos nomes (explicar-se-á o uso do advérbio).  Ora, quem tem consciência tem consciência de algo. (Diz Paulo Freire que primeiro vem o mundo, e só depois a palavra.  Se for aproveitado o mote da decla­ração do educador recifense, poderá ser dito que primeiro vem o fenômeno, e só depois o signo.)  Naturalmente, a denominação de um fato só é útil quando ele já foi constatado de modo empírico.  Se o indivíduo não reconhece na gramática coisas que ele usa quando es­creve, ela será de pouca serventia (ainda que se possa dizer que o estudo de regras do idioma pode proporcionar boas notas e invejáveis classificações em concursos públicos, muito comuns numa sociedade competitiva).  E quem não escreve não tem o hábito de ler livros (uma coisa pressupõe a outra), e quem não tem o hábito da leitura de livros não tem motivos para esperar que uma gramática preste bons serviços.  (Na biblioteca particular de um literato e na de um redator deve haver bons dicionários e bons manuais de produção de textos.  Estes últimos devem ser lidos e estudados sempre por todo aquele que põe os pensamentos no papel ou na tela do computador.  Uma pessoa só aprende a escrever escrevendo, porém são essenciais as lições dos manuais de estilo: contêm eles a sistematização da prática, chamada teoria, que deve orientar e lapidar o procedimento bruto daqueles que começaram a escrever por gosto.)  Aos leitores e compositores de escritos é dispensável o uso de nomes de qualquer tipo de gramática; todavia, eles aumentam o grau de consciência (daí o uso do advérbio mais linhas acima).  Cabe ao aluno associar o nome, que faz com que qualquer coisa seja memorável e enunciável, ao fenômeno.   
       Pode o professor de Língua Portuguesa, sabendo que a gramática não está separada da interpretação, usar esta para tornar mais inteligível a nomenclatura daquela.  (Este raciocínio é inspirado em outro, que é de Bechara.)  Ao analisar o período: Como fui àquela cidade, fiz uma visita a uma grande amiga, deve o docente deixar claro que a primeira oração expressa causa; e se expressa causa, tem valor de advérbio; se tem valor de advérbio, é adverbial; se é adverbial, é subordinada; e se é subordinada, está ligada a uma oração principal.  A interpretação prestou um serviço à classificação das orações e, por­tanto, à análise sintática.  Fica evidente que a lógica é uma inestimável aliada da classificação e da análise de orações.  Quando se estabelecem as premissas, é inevitável a conclusão.  Ocorre isso no estudo da oração seguinte (que é absoluta): Fulano saiu ontem.  Nela a pala­vra ontem indica tempo passado.  Todo nome que indique tempo passado é advérbio de tempo (premissa maior); ontem indica passado (premissa menor); logo, ontem é advérbio (conclu­são).  Porque o advérbio nunca é núcleo do predicado, o verbo, que neste caso é intransitivo, “assume” esse “cargo”.  Nota-se que o predicado da oração é verbal, e não nominal.  (Se o professor de língua usar a interpretação, a lógica e a indução, que são caminhos pelos quais se chega a um conhecimento, estará ele promovendo a curiosidade ingênua do educando a uma curiosidade epistemológica? Outra pergunta: Se a leitura da palavra escrita é uma continua­ção da “leitura” de mundo, de que fala Paulo Freire, e se aquela é mais fácil quando a lógica ajuda a análise morfossintática, poderia a gramática fazer com que a “leitura” de mundo, que inclui a leitura de enunciados falados, abrisse caminho para o bom entendimento entre as pessoas, que passariam a interpretar criticamente a realidade?)    
       Só há problema no ensino de gramática normativa, a qual não pode nem deve ser afastada da interpretação e da lógica, quando ele é um fim em si mesmo, e não um meio para algo maior.  Quando uma aula de Português tem como base apenas a gramática, e não a Linguística (que, como toda coisa abstrata, existe em virtude da existência de coisas ou seres concretos), acontecem coisas terríveis.  Uma delas é a apresentação da diferença entre adjunto adno­minal e complemento nominal.  Ela não é muito importante para a educação linguística do estudante.  Essa educação, que é tão importante quanto as educações artística e física, não pode nem deve querer formar nos ensinos fundamental e médio apenas gramáticos, filólogos e linguistas (embora os futuros gramáticos, filólogos e linguistas tenham de cursar as séries desses níveis).  Mas o estudo de língua é um estudo linguístico, apesar de o aluno de ensino fundamental ou médio não ter a obrigação de estudar Saussure profundamente.  Não se sugere aqui o estudo de Linguística, não como se faz na faculdade de Letras ou na graduação em Linguística.  O que se sugere é que o professor de língua aplique os ensinamentos dos bons linguistas (tais como Saussure, Chomsky, Bakhtin e Jakobson); assim, numa escala mais mo­desta do que a do ensino superior, será rico o estudo linguístico feito pelo discente.  Nas aulas de Física, durante as quais se enunciam e se aplicam conhecimentos da Física, mencionam-se Einstein e Newton; e nas aulas de Química, em que se enunciam e se aplicam conhecimentos da Química, lê-se o nome de Pauling.  Nenhum aluno de ensino fundamental ou médio sai desses níveis escolares com o diploma de físico ou químico.  Por que não citar Saussure e Chomsky nas aulas de língua dos ensinos fundamental e médio?  Usar seus conhecimentos enriqueceria qualquer aula, e os alunos poderiam conhecer os gênios da Linguística de forma parecida com que conhecem os gênios das outras ciências.  Aplicar a Linguística não é fazer Linguística.  Quem faz aquela ciência, que estuda os signos linguísticos, são os pesquisadores, e justamente por isso é correto dizer que não existe Linguística em si.  Que fique bem claro o seguinte raciocínio: não há amor em si: há pessoas que amam; não há tristeza em si: há indi­víduos tristes; não há felicidade em si: há pessoas felizes; e, repita-se, não existe Linguística em si: existem bons e maus linguistas.  Parece até que este escrito se desviou do assunto.  Mas não há problema: não se pode falar em gramática sem falar em Linguística, ciência que estuda uma coisa que governa o mundo: a palavra.  Pergunta-se: Qual é a diferença entre o bom lin­guista e o mau linguista?  Por enquanto basta saber que o bom cientista defende o ensino da gramática prescritiva.
       As regras gramaticais são requisitos básicos do respeito à norma culta, que serve de pa­drão para preservar a língua e impedir o aumento do hiato da comunicação.  Afinal, atribui-se a ela (a norma culta) a tarefa de garantir que se entendam entre si os falantes (apesar de existi­rem os sotaques, os dialetos e os linguajares, que provam que a língua varia) e os produtores de textos escritos que usam o português para transmitir mensagens a leitores espalhados em países africanos.  (Estará certo quem dis­ser que este texto está particularmente interessado pelos usuários do idioma de Machado de Assis.  Embora faça referência a coisas comuns a línguas que usem a escrita, limita-se, em certos trechos, a coisas típicas da língua portuguesa e de outras línguas flexivas.  Se este trabalho for traduzido para a língua usada na China, onde há dialetos, o leitor daquele país poderá ficar ligeiramente curioso, a menos que se prove que os textos escritos em chinês contenham sutilezas que indiquem flexões.  Essa ideia deve ser fruto de algo parecido com um delírio, porque o chinês falado não conta com as flexões de gênero, número e grau, mas sim com as entonações, e o chinês escrito não usa fonogramas, e sim ideogramas.)
       No que diz respeito à elaboração de discursos escritos, o professor enfrenta sempre o problema da falta do hábito da leitura.  Não se pode esperar que os alunos escrevam bem, não quando não são leitores.  Quem não lê não pode pôr no papel os pensamentos de forma clara: O não-leitor não sabe dar uma sequência lógica às ideias; e se não sabe fazer isso, não pode fazer a correção gramatical de um texto seu com base na gramática normativa, mesmo que ele esteja fazendo um bilhete, um discurso escrito simples.  (Escrever é uma atividade difícil para os leitores; para os que não leem é tarefa impossível.  Redigir nunca é o mesmo que falar; é impossível escrever como se fala.  Sempre há preguiçosos desprovidos de vontade de produzir um escrito, mas dificilmente se acha alguém indisposto a falar.)
       O estudo de gramática possibilita que o indivíduo compare a língua materna com a língua estrangeira que estuda, porque esta também conta com verbos, substantivos e funções sintáti­cas.  Uma vez que o adolescente e o adulto não podem aprender um idioma estrangeiro in­conscientemente, como se estivessem na infância, fase em que aprenderam a modalidade oral da língua materna sem o esforço intelectual típico da aprendizagem formal, resta a eles o es­tudo, que não dispensa uma dose de nomenclatura gramatical.
       Por tudo quanto se expõe, conclui-se que a gramática normativa é uma ferramenta dos profissionais da palavra, como jornalistas e advogados, e de todos os que não querem difi­cultar a comunicação.
 
                                                                   (Duque de Caxias, 20 de dezembro de 2013.)


      
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

       ALMEIDA, Nílson Teixeira de.  Gramática da Língua Portuguesa para concursos, ves­tibulares, ENEM, colégios técnicos e militares....  9ª edição.  São Paulo: Saraiva, 2009.

       ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires.  Filosofando: Intro­dução à Filosofia.  São Paulo: Moderna, 1986.

       BAALBAKI, Angela; SILVA, Luiza Helena Oliveira da; MARCILESE, Mercedes; FONSECA, Raquel; SILVA, Silmara Dela.  Linguística III (volumes 1 e 2).  Fundação Cecierj: Rio de Janeiro, 2013.

       BAKHTIN, Mikhail.  Estética da Criação Verbal.  (Os gêneros do discurso.)  (Tradução: PEREIRA, Maria Ermantina Galvão.)  2ª edição.  São Paulo: Martins Fontes, 1997.

       BECHARA, Evanildo.  Moderna Gramática Portuguesa.  37ª edição.  Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.

       ________________.  Ensino da Gramática.  Opressão?  Liberdade?  11ª edição.  São Paulo: Editora Ática, 2005.

       CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar.  Português: Linguagens (volumes 1, 2 e 3).  São Paulo: Saraiva, 2010.

       CINTRA, Lindley; CUNHA, Celso.  Nova Gramática do Português Contemporâneo.  5ª edição.  Rio de Janeiro: Lexicon, 2008.

       FERREIRA, Mauro.  Aprender e Praticar Gramática.  Edição renovada.  São Paulo: FTD, 2003.

       FREIRE, Paulo.  A importância do ato de ler em três artigos que se completam.  (Coleção polêmicas do nosso tempo; 4.)  23ª edição.  São Paulo: Autores associados: Cortez, 1989.

       ——————.   Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa.  São Paulo: Paz e Terra, 2011.      

       KENEDY, Eduardo; LIMA, Ricardo.  Linguística II (volumes 1 e 2).  Fundação Cecierj: Rio de Janeiro, 2012 e 2013.

       MAGALHÃES, Diógenes.  Língua, Linguagem, Linguística....  Rio de Janeiro: Edições Coisa Nossa, 1995.

       __________   Redação com base na Linguística (e não na Gramática).  10ª edição, Rio de Janeiro: Edições Coisa Nossa, 2008.

       —————.  Reforma (estudos políticos e sociais).  FDC, sem local e sem data.

       —————. Revolução com base na lógica (e não na metralhadora).  Rio de Janeiro: Edições Coisa Nossa, 1994.

       MARTINS, Maria Helena.  O que é leitura.  (Coleção primeiros passos.)  19ª edição (de 1994).  São Paulo: Brasiliense, 2006.

       MEDEIROS, Vanise; SOUSA, Sílvia Maria de.  Linguística I (volumes 1 e 2).  Fundação Cecierj: Rio de Janeiro, 2012.

       ORLANDI, Eni Pulcinelli.  O que é Linguística (Coleção Primeiros Passos).  7ª edição, São Paulo: Editora Brasiliense, 1994.

       POSSENTI, Sírio.  Por que (não) ensinar gramática na escola.  Campinas, SP: Mercado de Letras: Associação de Leitura do Brasil, 1996.  (Coleção de Leituras no Brasil.)


OUTRAS REFERÊNCIAS

       Blog do professor Luiz Rocha: http://luizrochinha.blogspot.com.br/.

       Conferência na Academia Brasileira de Letras: Para quem se faz uma gramática [?], de Evanildo Bechara: http://www.youtube.com/watch?v=wOj1Y3XnwtA.

       Entrevista concedida por Evanildo Bechara a Pasquale Neto no Programa Nossa Língua Portuguesa: http://www.youtube.com/watch?v=V_CmUFzGtnU.

       Entrevista concedida pela professora Dad Squarisi ao professor Pasquale Cipro Neto no pro­grama Nossa Língua Portuguesa (Parte I): http://www.youtube.com/watch?v=mVkzWnDihzI.

       Discurso de Marilena Chauí: http://www.youtube.com/watch?v=e56gaJwr5AI.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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